De Judith Batalion, “A Última Mulher de Varsóvia” acompanha a história de duas mulheres que vivem no fim da década de 1930. Apesar de ambas serem judias, são mulheres bem diferentes.

Fanny Zelshinsky é uma mulher rica e sofisticada que sonha em ser reconhecida pela família e pelo mundo como a artista que acredita ser. Em meio às suas aspirações profissionais, ela também encara a dúvida sobre seguir ou não com o casamento.

Por outro lado, Zosia Dror decidiu deixar para trás sua família religiosa e a pequena vila onde morava para lutar pelo que acredita. Assim, ela se junta a um movimento de jovens em busca de igualdade social que acredita na criação da Pátria Judaica. Enquanto entra nessa batalha, ela precisa lutar também para que seus sentimentos românticos não a desviem do objetivo principal.

O caminho dessas duas mulheres se cruza quando um desaparecimento acontece. A famosa artista Wanda Petrovsky, professora amada de Fanny e parte do movimento de Zosia, some sem deixar rastros. As duas então se unem em uma busca pela verdade, tentando entender se Wanda apenas está escondida ou se seu desaparecimento está associado às leis antissemitas.

Judith Batalion

A autora canadense Judit Batalion se tornou best-seller ao publicar “A Luz dos Dias”,  obra de não ficção que conta a história de mulheres polonesas judias que lutaram ativamente contra os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. 

A Última Mulher de Varsóvia” é o primeiro romance da autora. Além dessas duas publicações, ela é a autora de “White Walls” e “The Laughing Stalk: Live Comedy and Its Audiences”. Judith também escreve artigos para veículos como New York Times, Washington Post, Vogue, Forward, Salone e Jerusalem Post, entre outros, prática que começou antes mesmo de ser uma autora publicada.

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