Produtora mineira amplia presença internacional e prepara lançamentos para cinema e streaming
A produtora Filmes de Plástico completou 17 anos ontem (1º) e confirmou novos projetos para 2026. Fundada em 2009, em Contagem, a empresa consolidou sua atuação no cinema independente brasileiro. Ao longo dos anos, acumulou participações em festivais internacionais e ampliou sua presença no mercado audiovisual.
Além disso, a produtora reforça sua estratégia de circulação global. Seus filmes já passaram por eventos como Festival de Cannes, Festival Internacional de Cinema de Berlim, Festival de Sundance e Festival de Locarno. Com isso, a empresa mantém presença constante em circuitos internacionais.
Novos filmes ampliam atuação em 2026
Para 2026, a produtora prepara três projetos principais. O primeiro é “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”, dirigido por André Novais Oliveira. O longa teve estreia mundial na Berlinale e deve chegar ao circuito nacional no segundo semestre. Assim, o filme amplia a trajetória recente da produtora em festivais de grande porte.

Em seguida, o longa “Várzea”, dirigido por Maurílio Martins, entra em fase de produção. As filmagens estão previstas para julho de 2026. A trama acompanha um caminhoneiro que enfrenta uma sequência de imprevistos durante uma viagem decisiva. Dessa forma, o projeto mantém o foco em narrativas centradas no cotidiano.
Além disso, a produtora prepara seu primeiro projeto em parceria com a Netflix. O filme “Vicentina Pede Desculpas”, dirigido por Gabriel Martins, está em pós-produção. O lançamento ainda não tem data confirmada, mas integra a estratégia de ampliar a distribuição em plataformas digitais.
Trajetória no cinema independente
Desde a fundação, a Filmes de Plástico desenvolve produções com orçamento reduzido e foco em histórias locais. Ao mesmo tempo, a produtora ampliou sua estrutura sem alterar o modelo criativo. Esse processo permitiu manter a identidade dos projetos e, ao mesmo tempo, alcançar novos públicos.
Nos últimos anos, títulos como “Marte Um” consolidaram a presença da produtora no cenário internacional. O filme representou o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar, o que aumentou a visibilidade da empresa. Com isso, a produtora passou a ocupar espaço relevante no cinema autoral brasileiro.
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Estratégia combina festivais e streaming
Atualmente, a produtora adota uma estratégia que combina circuitos de festivais e distribuição digital. Por um lado, mantém presença em eventos internacionais. Por outro, amplia parcerias com plataformas de streaming. Com os novos projetos, a Filmes de Plástico busca manter o ritmo de produção. Além disso, reforça sua atuação em diferentes mercados. A expectativa agora gira em torno das estreias previstas para 2026 e da circulação dos novos títulos em festivais e plataformas.
Imagem de capa: Divulgação
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