“Raça Social” reúne investigação acadêmica, militância e vivências pessoais
Novo livro de Bárbara Carine, “Raça Social – Uma leitura sobre a racialidade brasileira”, busca aprofundar o debate sobre identidade racial no Brasil. Nessa obra, a intelectual e educadora se propõe a olhar para o tema a partir de um prisma histórico e político, levando em consideração os movimentos negros organizados.
Além da obra em destaque, Bárbara traz um repertório que dialoga com os conceitos de raça e identidade. Alguns de seus livros são “Como ser um educador antirracista” (2023), “Querido estudante negro” (2024), “Educando crianças antirracistas” (2024) e “E eu, não sou intelectual?” (2025). Todas as suas obras contam com publicação da Editora Planeta.
Ao longo dos anos, Bárbara Carine se consolidou como uma das principais vozes contemporâneas no debate sobre identidade e justiça racial no Brasil. Além de vencedora do Prêmio Jabuti de Educação em 2024, ela é mulher negra cis, baiana e mãe. Atualmente, é também professora, escritora e influenciadora com seu perfil no Instagram.
Mais sobre o livro
“Raça social” surge para fomentar os debates sobre questões identitárias no contexto racial brasileiro, sendo o trabalho de Bárbara mais político até então. Assim, o livro traz uma análise completa sobre as questões da formação do país e como ela se conecta com as lutas antirracistas.
Em resumo, a obra se sustenta na ideia de raça como uma construção social. A partir daí, a autora convida o leitor a pensar de maneira crítica sobre as diferenças entre os sistemas de branquitude e negritude no país. Ainda mais, o livro comenta sobre a crítica às políticas públicas de cotas raciais e questiona organizações que reproduzem discursos racialistas.
Com títulos e intertítulos que fazem referências a questões da atualidade, a autora chega a questionar o papel do movimento NeoPardos em um possível enfraquecimento da união dentro da comunidade negra. Além disso, ela também constrói um debate acerca da identidade indígena nesse panorama.
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O livro com uma capa que surge a partir da obra “Madalena”, do artista mineiro Desali. Ainda mais, o professor e ativista do movimento negro Helio Santos assina o prefácio. Já os textos de orelha ficam com a promotora e ativista negra Lívia Sant’Anna Vaz e com a escritora, psicóloga e ativista indígena Geni Núñez.
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Imagem de capa: Montagem por Eduarda Goulart
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