“Presunção de Inocência” aposta em trama jurídica ágil para discutir violência contra mulheres e provocar reflexão no público jovem
AVISO DE CONTEÚDO: Esta matéria aborda violência e pode conter descrições que causam desconforto. Recomendamos cautela ao prosseguir com a leitura.
A escritora Andrea Nunes lança o livro “Presunção de Inocência” , um suspense policial jovem que mistura ficção e crítica social. A obra já está em pré-venda pela editora Flyve. O lançamento oficial acontece entre 16 e 19 de abril, na Bienal do Livro da Bahia. A autora ambienta a trama em uma faculdade de Direito. Com isso, ela aproxima o público jovem de temas como feminicídio e violência. Além disso, ela usa a narrativa para incentivar reflexão e conscientização.
“Presunção de Inocência” aborda violência com olhar jovem
O livro apresenta uma trama ágil e direta. Ao mesmo tempo, ele levanta questões urgentes da sociedade. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou 1.568 feminicídios em 2025. O número representa aumento de 4,7%.
Diante desse cenário, Andrea Nunes constrói personagens que enfrentam situações de violência. Ela inclui casos de agressão, sequestro e abuso. A autora também escolhe um ambiente universitário para aproximar o tema do leitor jovem.
Além disso, ela explica que pensou no cenário como estratégia narrativa. A ideia é tornar o debate mais acessível. Ainda assim, a obra não suaviza os conflitos. Pelo contrário, ela expõe a realidade com intensidade.

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Trama mistura investigação e conflitos pessoais
A história acompanha estudantes de Direito em uma universidade de elite. Eles iniciam o curso com grandes expectativas. No entanto, crimes começam a surgir ao redor deles.
Diante disso, os jovens enfrentam situações que vão além da teoria. Eles precisam agir, investigar e tomar decisões. Ao mesmo tempo, lidam com traumas, disputas e relações pessoais.
A narrativa avança com ritmo rápido. Além disso, a autora insere reviravoltas constantes. Com isso, ela mantém o suspense e prende o leitor.
Andrea Nunes também usa a trama para reforçar uma mensagem clara. Ela destaca a importância de denunciar a violência. Além disso, aponta caminhos de apoio dentro do sistema de Justiça e da imprensa.
O escritor Raphael Montes elogiou a obra. Ele destacou a força da narrativa e o mergulho nas relações de poder.
Autora amplia alcance no suspense nacional
Andrea Nunes atua como procuradora de Justiça e romancista. Ela já publicou obras como Corpos Hackeados, Jogo de Cena e A Corte Infiltrada. Ao longo da carreira, ela conquistou prêmios e reconhecimento no gênero policial.
Além disso, universidades europeias convidaram a autora para debates sobre literatura policial. Ela participou de eventos em países como Portugal, Alemanha, França e Dinamarca.
Agora, com “Presunção de Inocência” , ela amplia seu público. A obra dialoga diretamente com jovens leitores. Ao mesmo tempo, mantém o suspense como fio condutor.
A autora também confirmou presença na Bienal do Livro da Bahia. Ela participará de sessões de autógrafos no estande da editora Flyve.
Caso você ou alguém próximo a você esteja passando por uma situação de violência, não hesite, ligue para 180 (Central de Atendimento à Mulher) e faça a denuncia anônima.
Foto de capa: Divulgação
Estagiária sob supervisão de Mário Guedes
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