Onar ’82 mistura futebol, literatura e memória ao narrar um reencontro entre pai e filho marcado por perdas, silêncios e imaginação
O escritor José Roberto de Castro Neves lança, em 4 de maio, o romance Onar ‘82, que já está em pré-venda pela Editora Intrínseca. A obra une futebol, literatura e relações familiares. O autor apresenta a história do cronista Samuel Janowitz, que recebe um manuscrito do filho Daniel após sua morte. A narrativa cria um livro dentro do livro. Inspirado em Sonho de uma Noite de Verão, de William Shakespeare, o enredo reconstrói 1982 sob outra perspectiva. Assim, o romance reflete sobre luto, memória e ausência.
Onar ’82 recria o passado entre futebol, luto e imaginação
Inicialmente, a trama acompanha Samuel Janowitz. Ele é um cronista esportivo apaixonado por futebol. No entanto, mantém distância emocional do filho.
Depois, a história muda de direção. Samuel recebe o manuscrito deixado por Daniel. A partir disso, o leitor entra em um novo universo. O cenário é o fictício Morro de Ardenas.
Além disso, Daniel se inspira em Shakespeare. Ele constrói uma narrativa com encontros amorosos e situações tragicômicas. Dessa forma, o livro propõe outra versão de 1982.

LEIA MAIS: Viola Davis estreia na literatura em parceria com James Patterson
Enquanto, na vida real, o Brasil perdeu a Copa do Mundo, na ficção o destino da seleção é diferente. Assim, o romance reimagina um momento marcante para o país.
Por outro lado, a obra também explora relações familiares. O autor destaca os silêncios entre pais e filhos. Com isso, transforma o futebol em metáfora para afeto e perda.
Ao mesmo tempo, a narrativa mantém ritmo ágil. O texto traz humor e referências culturais. Portanto, a leitura se torna envolvente e acessível.
Vale lembrar que este é o segundo romance do autor. Ele estreou na ficção com Ozymandias. Na obra, ele uniu mitologia grega e história do Brasil.
Agora, em Onar ‘82, o foco muda. O autor explora o futebol e as relações humanas. Assim, amplia seu repertório narrativo.
O livro chega às livrarias com uma proposta sensível. Ele revisita 1982 e propõe uma reflexão atual. Afinal, fala sobre memória, ausência e reconciliação.
Foto de capa: Divulgação Editora Intrínseca
Estagiária sob supervisão de Mário Guedes
📲 Entre no canal do WhatsApp e receba novidades direto no seu celular e Siga o Geekpop News no Instagram