Crítica | “Heartstopper: Para Sempre” entrega uma despedida bonita, mas segura demais
Heartstopper: Para Sempre"" encerra a jornada de Nick e Charlie com emoção, mas aposta em conflitos superficiais e deixa subtramas importantes sem desenvolvimento.
Heartstopper: Para Sempre"" encerra a jornada de Nick e Charlie com emoção, mas aposta em conflitos superficiais e deixa subtramas importantes sem desenvolvimento.
Fora dos clichês trágicos, três novas estreias do cinema nacional mostram que a identidade LGBTQ+ agora brilha em tramas mais leves, orgânicas e comerciais.
Labirinto dos Garotos Perdidos, de Matheus Marchetti, aposta em uma atmosfera inspirada no giallo para explorar desejo, fetiches e os perigos dos aplicativos de encontro.
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