O autor nacional Cesar Garcia Lima lança “Vida Desencaixada”, livro de crônicas. Na obra, o autor reuniu cinquenta e cinco crônicas que desenvolveu entre 2023 e 2024. Além disso, publicou os textos semanalmente nas redes sociais da produtora cultural Voo da Palavra, criada por Cesar.

O livro surgiu como um encontro com o passado. Afinal, o autor conheceu o gênero quando era adolescente e vivia no Acre. Desse modo, Vida Desencaixada representa um retorno às raízes e busca promover reflexões a partir de situações do cotidiano. Assim, os temas variam entre crise climática, infância na Amazônia, individualismo, cinema, relações humanas e outros.

Para celebrar o lançamento, César participará de uma turnê em dez unidades do Sesc, nas quais discutirá o gênero crônica e conversará com leitores do Rio de Janeiro. A turnê começa em outubro e termina no dia quatro de dezembro.

Confira a programação completa

7 de outubroArte Sesc (Rio de Janeiro)
5 de novembroSesc Três Rios (Três Rios)
6 de novembroCentro Cultural Sesc Quitandinha (Petrópolis)
7 de novembroSesc Teresópolis (Teresópolis)
11 de novembroSesc Madureira (Rio de Janeiro)
17 de novembroBiblioteca Machado de Assis – Sesc Botafogo (Rio de Janeiro)
18 de novembroSesc São João de Meriti (São João de Meriti)
26 de novembroSesc São Gonçalo (São Gonçalo)
28 de novembroSesc Tijuca (Rio de Janeiro)
4 de dezembroRetiro dos Artistas (Rio de Janeiro)

Sobre o autor

Poeta e escritor, Cesar é doutor em Literatura Comparada pela Uerj e mestre em Letras Vernáculas pela UFRJ. Além disso, o autor também atua como produtor cultural através de sua empresa Voo da Palavra, voltada para o cinema, teatro e literatura. O documentário Soldados da Borracha foi escrito e dirigido por Cesar, sendo contemplado pelo edital Etnodoc.

De acordo com o autor, “Se escrever poemas é um convite para ultrapassar limites, escrever crônicas é valorizar o que tenho à minha frente, precário, humano e muitas vezes inacabado, uma escrita curta e imediata. Paradoxalmente, as crônicas de Vida desencaixada me conduziram novamente ao poético e ao que pode resistir neste meio finito onde quase tudo está em dissolução, mas que também estimula as descobertas.”

Imagem de capa: Reprodução Mirada