A obra “Amor (depois) da minha vida” serve como caminho de nostalgia para todos os amantes de comédias românticas dos anos 2000s. Escrito por Kirsty Greenwood, o livro aborda, de forma dinâmica, o amor, seus desafios e a construção de um relacionamento. Tudo isso, através do humor e métodos não tão convencionais, mas, ao mesmo tempo, clichês, que agrada o público.

Sobre a obra

Delphie Bookham está morta de vergonha. Tipo, literalmente. Após ter acabado de morrer engasgada com um hambúrguer de micro-ondas, Delphie continua usando sua pior camisola, um trapo velho com a frase “Chegou a hora de brilhar, querida!”, na frente do homem mais gato que já viu. E ele está sorrindo para ela. Logo, quando começam a conversar, ela esquece tudo ao seu redor.

Quer dizer, até alguém gritar que houve um grande erro e enviar o desconhecido bonitão de volta para a terra. No entanto, para a surpresa de Delphie, a morte lhe faz uma proposta: ela pode voltar à vida e tentar se reconectar com um homem misterioso de quem só sabe o primeiro nome, mas tem certeza de que é sua alma gêmea. Caso não consiga, morrerá de forma definitiva.

Por fim, o desafio em “Amor (depois) da minha vida” é que ela só tem dez dias para encontrá-lo e fazê-lo se apaixonar por ela — e ele não tem nenhuma lembrança de tê-la conhecido.

Sobre a autora

Kirsty Greenwood é uma autora best-seller de comédias românticas. Quando não está escrevendo livros, ela compõe musicais e explora Londres, cidade onde vive com o marido.“O amor (depois) da minha vida” é seu primeiro livro publicado no Brasil.

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