A poeta e professora Sarah Munck apresenta seu novo livro “Esquecemos os nomes dos pássaros” da Provérbio Editora. A obra é um manifesto de vozes femininas, com uma narrativa poética sobre dores coletivas e resistências íntimas. Desse modo, a autora coloca a linguagem a serviço da memória e da denúncia, com histórias de violências cotidianas, memórias de guerra e desigualdade social.

A escrita de Sarah Munck transita entre o lírico e o político. A publicação do livro foi viabilizada pelo Edital Murilão do Programa Cultural Murilo Mendes, da Fundação Cultural Ferreira Lage (FUNALFA), em parceria com a Provérbio Editora. 

Além disso, o QR code na capa permite ao leitor acessar uma pasta que contém audiodescrição da capa, vídeos com voz e a interpretação em Libras de todos os poemas. Os poemas foram declamados pela própria autora e a interpretação em Libras ficou sob a responsabilidade de uma profissional da área. 

A escritora Mírian Freitas assina o texto da quarta capa e o posfácio por Gisela Maria Bester. A obra se estrutura em seções temáticas, dialogando com personagens e escritoras reais. Assim, a autora dialoga com várias vozes femininas, criando um espaço acolhedor pela literatura: “Acredito que a poesia pode preservar o humano em meio à perversidade. Por isso, minha escrita busca unir crítica e lirismo, política e afeto, denúncia e consolo”.

Sobre a autora

Sarah Munck é poeta, professora e pesquisadora. Natural de Juiz de Fora (MG), é graduada, mestre e doutora em Letras pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Atualmente,  é professora efetiva do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais. É autora de “O diagnóstico do espelho” (2023) e agora lança “Esquecemos os Nomes dos Pássaros” (2025).

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