Crítica | “Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra” é o caos criativo que a gente não sabia que precisava
Uma sátira sci-fi caótica e criativa, “Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra” mistura humor ácido, loops temporais e críticas à IA com uma atuação insana de Sam Rockwell.





