Streaming “Tela Brasil” promete democratizar o acesso do público às produções brasileiras

Após meses de especulação, a espera finalmente acabou! O Tela Brasil, novo serviço de streaming do Ministério da Cultura, está oficialmente no ar. O melhor disso? acessar o catálogo com cerca de 500 produções brasileiras não custará nenhum centavo ao bolso do público.

O lançamento do streaming estava previsto para o primeiro trimestre deste ano, mas foi anunciado oficialmente pelo presidente Lula no último fim de semana durante um evento na Fiocruz, no Rio de Janeiro. A plataforma entrou oficialmente no ar neste sábado (30).

Além de ampliar o acesso da população à produção cultural do país, a plataforma também tem outro objetivo que irá beneficiar a indústria brasileira. A meta do Ministério da Cultura é transformar o streaming em um “lar” para obras independentes que realizam exibições em festivais e mostras de cinema, mas encontram dificuldade para negociar contratos com streamings posteriormente. 

Streaming “Tela Brasil” é aposta do Ministério da Cultura para facilitar acesso a obras brasileiras (Créditos: Divulgação/MinC)

Como acessar o Tela Brasil?

O lançamento inicial do Tela Brasil contará com a versão para navegador em computadores. Já o aplicativo para celulares e tablets com Android e iOS está em desenvolvimento e deve ser lançado oficialmente em até 30 dias. A versão para Smart TVs, por sua vez, segue em desenvolvimento e deve contar com novidades em breve.

O acesso ao streaming será simples. Não será preciso criar uma conta do zero para o Tela Brasil, basta logar sua conta já existente do gov.br no site Tela Brasil. Lembrando novamente que o streaming é completamente gratuito. Portanto, não há ofertas de planos opcionais.

Quais filmes estarão no catálogo do Tela Brasil?

Já em seu lançamento, o Tela Brasil contará com mais de 500 obras disponíveis, entre filmes, documentários, curta-metragens e seriados. Entre os principais títulos, estão clássicos do nosso cinema, como “Deus e o diabo na terra do sol” (1964), “A noite do espantalho” (1974), “Xica da Silva” (1976) e “A hora da estrela” (1985). Confira outras obras abaixo:

  • “Carandiru” (2003);
  • “O quatrilho” (1995);
  • “Olga” (2004);
  • “Quase dois irmãos” (2004);
  • “Divinas divas” (2016);
  • “Barão Vermelho: Por que a gente é assim?” (2017);
  • “My name is now, Elza Soares” (2018);
  • “Gêmeas” (1999);
  • “O grande circo místico” (2018);
  • “Refavela 40” (2019).

Imagem de capa: Divulgação/BPP/Divulgação

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