Crítica | ‘Peaky Blinders: O Homem Imortal’ acerta na nostalgia mas peca na continuidade
Peaky Blinders: O Homem Imortal retoma a história da famosa família Shelby anos após os acontecimentos da série, agora em meio à Segunda Guerra Mundial. A produção aposta em um tom mais introspectivo ao revisitar Thomas Shelby, trazendo um protagonista marcado por traumas e reflexões sobre o passado. Apesar do peso emocional e das boas atuações, especialmente de Cillian Murphy, o filme enfrenta problemas de roteiro e deixa lacunas que podem incomodar fãs mais atentos. Ainda assim, funciona como um reencontro nostálgico com personagens marcantes e um encerramento digno, mesmo que abaixo das expectativas.
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