A Bienal Internacional do Livro de Alagoas chegou ao fim neste domingo (9 de novembro). O evento celebrou a ligação do Brasil com países africanos, não apenas em relação à literatura e língua portuguesa, mas também à memória e ancestralidade. Várias personalidades da cultura e religião locais e de matrizes africanas receberam homenagens

Escritores como as imortais da Academia Brasileira de Letras Ana Maria Gonçalves e Lilia Schwarcz estiveram presentes. Temas como a herança escravista do país, desigualdade social e a importância do combate à intolerância religiosa guiaram algumas das principais palestras e conversas da Bienal.

O último dia da Bienal contou com uma série de lançamentos da Edufal, a Editora da Universidade Federal de Alagoas. Assim, as obras incluíam produções acadêmicas de estudantes da universidade, dessa forma, destacando elementos e personalidades importantes do estado.

Algumas das obras lançadas foram:  “Suas em Alagoas: Trajetórias, Conquistas e Desafios”, de Margarida Santos, “Ecologia e pensamento crítico” de Izabel Brandão, e “Letramento Discursivo e Responsividade Docente”, de Rita de Cássia Souto Maior e Silvio Nunes da Silva Júnior. Todas as obras são resultados de trabalhos acadêmicos e pesquisas.

Mais de 700 autores lançaram livros na Bienal de Alagoas. Durante os dez dias do evento, o Centro de Convenções Ruth Cardoso em Maceió abrigou 140 estandes de diversas editoras regionais e nacionais. Além disso, mais de 12 mil alunos de escolas públicas e privadas estiveram no evento, que também gerou cerca de 1200 empregos temporários.

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