O Presidente Lula jogou um game indie e citou outras produções nacionais sobre a Guerra de Canudos ao lado de influenciadores e desenvolvedores locais

Nesta semana, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da cerimônia oficial de assinatura do decreto de regulamentação do Marco Legal dos Jogos Eletrônicos em Brasília. O evento reuniu diversas autoridades, criadores de conteúdo e representantes da indústria nacional de games para celebrar este marco histórico. Durante a solenidade, Lula aproveitou a oportunidade para testar pessoalmente um título desenvolvido no país, ressaltando o valor cultural e econômico do setor para o mercado brasileiro.

Entre as produções experimentadas, estava a demonstração prévia do aguardado jogo de aventura “Árida 2: Rise of the Brave”. A interação descontraída com os desenvolvedores buscou simbolizar o apoio governamental aos estúdios independentes do país. O encontro também serviu para debater novas políticas de incentivo e investimentos voltados para a formação de novos talentos na área de tecnologia.

A presença de desenvolvedores e influenciadores reforçou o compromisso com o fortalecimento e a expansão da produção independente nacional de jogos virtuais. O encontro proporcionou um espaço de diálogo direto sobre políticas públicas voltadas à tecnologia, inovação e formação de novos talentos digitais. Além disso, a interação descontraída com os estúdios independentes evidenciou o reconhecimento governamental do potencial criativo e financeiro dessa indústria emergente.

Árida 2: Rise of the Brave

O título é a aguardada continuação de Árida: Backland’s Awakening, desenvolvido pelo Aoca Game Lab, um estúdio indie sediado em Salvador, Bahia. A narrativa se passa no sertão brasileiro do século dezenove, acompanhando a jornada de superação da jovem protagonista Cícera. Sua missão é enfrentar os rigorosos desafios do clima árido em busca de Canudos, um povoado mítico que promete transformar seu destino.

Lançado originalmente no ano de dois mil e dezenove, o primeiro jogo da franquia conquistou reconhecimento crítico e venceu a categoria de “Melhor Jogo Brasileiro” no Coelho Awards. A obra se destacou no cenário nacional por unir pesquisas históricas a uma jogabilidade envolvente de sobrevivência e exploração. O avanço da franquia consolida a presença do estúdio baiano entre os grandes nomes do desenvolvimento independente no país.

Hell Clock

Outro destaque do evento foi uma menção a jogos sobre a Guerra de Canudos e um título que merece atenção. Hell Clock, um roguelike dinâmico lançado no ano de dois mil e vinte e cinco apresenta uma abordagem original da guerra. Inspirado na estrutura visual e mecânica de grandes sucessos como Diablo e Hades, o jogo combina ação intensa e narrativa envolvente.

Imagem de Capa: Reprodução/Árida 2: Rise of the Brave/Hell Clock